Discussão meninas doces

Gleici se comove com meninas que vendem doce e as convida para almoçar ... Casamento de Gretchen terá doces com ouro comestível ... Dono de bar é morto após discussão sobre preço de coxinha Brasileira, a identidade diz que tem 19 anos, mas em alguns momentos ainda se comporta como uma menina de 12. Vive escondida atrás dos livros, aluna em tempo integral do Instituto Politécnico da Ufrj e também uma moça bem dedica ao blog. Viciada em moda, literatura, chocolate, maquiagens e sapatos criou o DocesMeninas na… 40 ideias sobre “ “Essa menina merece umas palmadas” ” Liam 11 de junho de 2020 às 13:21. Caramba, Adolespanko… Você realmente pegou pesado dessa vez. Eu vim para falar mais do vídeo que estou para mandar, mas acabei até ficando meio sem chão para isso. 26/ago/2020 - Explore a pasta 'Citações doces' de Maria de Oliveira no Pinterest. Veja mais ideias sobre Citações doces, Citações, Mensagens. A discussão girou em torno de um mistério: descobrir quantas meninas foram fotografadas na imagem abaixo. Grande parte dos internautas, afirmam ter visto apenas 2 ou 4 meninas, porém outros juram de pé junto que são apenas de 1 a 3 garotas, outros já disseram ter contado até 13 meninas na foto. Um dos grandes pioneiros da MPB Remix é o Deeplick DJ e em uma entrevista pro site Vírgula, disse que é muito importante ter bastante cuidado na hora de mexer nas músicas porque pode acabar tirando a sonoridade da música brasileira dela: “O remix deve ser moderno, sem perder a essência da própria música.Burguesinha de Seu Jorge, por exemplo, tem percussões de samba”. Discussão com café . Pergunta feita há um tempo atrás pelo podcast Lado Bi, tal podcast sobre cultura e cidadania LGBT que rola uma vez por semana. Pode ser encontrado no celular com plataforma ios e Ipad, soundcloud e no site do Uol. Veja o Blog Lado Bi. Mata todos os dias ao redor do mundo Nesse caso, sem travessuras. Havia uma discussão se podíamos ou não comer tais doces, mas confesso que, como criança, era-me custoso dispensar um saquinho de doces. Eu dispensava, é verdade, a maria-mole e o doce de abóbora, mas de resto comia tudo. Essa discussão precisa chegar às licenciaturas de exatas. E sugere a utilização de dados, como os do SARESP (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) como ferramenta para discussão, para a escola entender e analisar as diferenças entre meninas e meninos. 5/mai/2020 - Se inspire nessas festas aqui, para criar sua festa aí . Veja mais ideias sobre Festa meninas malvadas, Meninas malvadas, Meninas.

Fui babaca por humilhar minha mãe depois dela ter contado o noivado surpresa que meu namorado preparou?

2020.09.09 22:37 TiaSayu Fui babaca por humilhar minha mãe depois dela ter contado o noivado surpresa que meu namorado preparou?

Yo Mina, Daijobu deska? ♥
Hoje vou contar mais uma desgraça da minha vida e tentar rir com ela pq realmente, tá complicado...
Vim aqui desabafar uma coisa que anda me machucando a cada minuto que passa. Minha mãe sempre foi uma pessoa difícil de lidar... O temperamento dela nunca se deu bem com o meu, e isso já causou muitas brigas e discussões entre nós duas. Uma vez já postei aqui uma outra situação entre nós duas (Acho improvável que alguém se lembre, estava em outra conta na época, mas tentarei repostar para quem queira ler.)
Enfim, sem mais delongas, vamos direto ao desabafo... Semana que vem será meu aniversario de namoro (12/09) vamos completar dois anos de namoro e tudo corria bem. Estávamos preparando nossos presentes e eu estava ansiosa por mais um Level up na relação. Lutamos muito para seguir com esse relacionamento fantástico, e dou graças a Deus por tudo ter dado certo. Somos felizes e tratamos um ao outro com muito respeito e carinho, e não deixamos de ser melhores amigos mesmo na relação de namorados (Não acredito nesse lance de ''há diferença entre amigos e namorados'' é muito melhor ser os dois em vez de escolher apenas um) Enfim, vamos direto ao ponto.
Minha mãe hoje (09/09/2020) veio até mim e me pergunta ''Você e o Carls (Não vou expor) Vão ser noivos?'' A reação que eu tive foi de choque e surpresa, meu pai e minha irmã tiveram a mesma reação e tudo ficou em um silêncio desconfortável.
Logo eu perguntei, incrédula: ''Ele vai pedir minha mão?..''
Depois disso minha mãe arregalou os olhos assustada, vendo que eu não sabia de nada sobre os planos dele. Eu, logicamente, me emocionei e desabei a chorar. Minha mãe, doce como sempre, disse: ''Pare de chorar e controle-se. Larga de ser tonta e pare de chorar'' Além de outros comentários calorosos para o consolo de minha pessoa. Nisto, meu pai interveio e falou: ''Você tinha que abrir a boca? Você achou mesmo que ela soubesse disso?'' e foi assim que tudo explodiu... Minha mãe estava sendo fria como sempre, ela nunca se importou com coisas que feriam meu emocional e psicológico, tudo na visão dela era ''banal'' e ''frescura'' e eu me cansei disso. Minha reação foi imediata e refutei ela de varias maneiras e isso se tornou uma briga feia. Ainda mantive minha educação, mas fui bem sincera e ela não gostou disso (Por que né, a verdade dói) e ela começou a envolver minha sogra e meu namorado, humilhando os dois para ver se conseguia ganhar nos argumentos que eu lançava. (Um detalhe importante... Quando eu estou prestes a discutir com alguém, sou bem linguaruda e irônica demais, isso de certo irrita qualquer um. Mas em nenhum momento a ofendi e nem disse nenhum palavrão, apenas disse algumas verdades que ela não gostou. Obviamente)
Como sempre ela apelou na presença do meu pai e se fez de coitada, saindo da discussão como vitima de uma filha má. Meu pai pediu educadamente para eu pedir desculpas, já que ''peguei pesado com ela''. Me neguei até o momento e não estou disposta a mudar de ideia só por que ela é minha mãe.
Não foi a primeira vez que ela estraga um prazer meu com sua frieza. Ela já errou comigo varias vezes e fui compreensiva em perdoar. Já eu, quando erro, só falta ser exposta para meio mundo e ser humilhada na frente de quem for; O que ela diz e faz, não é exagero na visão das outras pessoas (O que eu acho doentio de certa forma, por que não deixa de ser uma atitude toxica)... Ela pode destruir minha auto-estima e isso não costuma ser exagero por que né, ela é minha mãe e tals.
Na minha opinião não acho isso. Só por que é mãe ou pai não significa que eles tem o Direito total de fazerem exatamente o que querem ou falar o que querem e quando querem, e a criança/adolescente tem que aceitar e pronto. Eu posso ter sido errada em ser grossa e etc, mas eu realmente fiquei chateada pelo o que aconteceu e creio que toda menina (Pelo menos quase todas) teriam essa reação diante de uma resposta tão fria em um momento considerado especial na vida de uma mulhecasal. Meu namorado confiou nela para não contar e ela me faz isso? Além de ter sido um erro grave e um desrespeito com a nossa relação, ela ainda quis se justificar com frieza e grosseria? Eu realmente não deixaria isso barato e foi o que eu fiz.
Então... Fui babaca em fazer isso com ela?
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2020.08.10 01:58 YatoToshiro Fate/Gensokyo Jeanne (Lancer - Alter- Lily)


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A segunda geração é Alter-chan ~ 2016 Natal ~
Jeanne Alter encontra Gilles de Rais tarde da noite para falar sobre o Natal. Frustrada com o Papai Noel, ela diz a Gilles que vai roubar seu saco e distribuir os presentes antes que o Papai Noel o faça. Esse ato, ela acredita, fará as crianças e o Papai Noel chorarem. Gilles diz a ela que roubar o saco do Papai Noel será difícil, já que nenhum dos dois tem Ocultação de Presença. Em resposta, Jeanne Alter revela que Child-Gil deu a ela uma poção de invisibilidade. Enquanto estiver sob os efeitos da poção, ela roubará o saco do Papai Noel e passará a noite entregando os presentes. Assim, enquanto as crianças abrem alegremente os presentes amanhã, ela terá prazer nas lamentações de Santa Alter. Acreditando que seu plano seja perfeito, Jeanne Alter se prepara para beber a poção. Ela é cautelosa sobre beber, explicando que ela perguntou a Child-Gil sobre seu eu adulto como precaução. No entanto, apesar de seus medos, ela continua a beber a poção. Gilles aponta que ela não é invisível, portanto, Jeanne Alter acredita que Child-Gil a enganou. Mas, assim que ela se prepara para roubar a poção da invisibilidade real, ela de repente se transforma em uma criança, revelando que a poção é a Poção da Juventude. Esta versão infantil chama o plano de seu eu adulto de se tornar um malvado invisível, mas mesmo assim decide realizar seu desejo de ser o Papai Noel por respeito a esse desejo. Apresentando-se como Jeanne Alter Lily, ela anuncia que nasceu para se tornar o próximo Papai Noel. Depois que ela se chama de idiota por causa de seu plano de invisibilidade, Gilles pergunta se ela tem um plano. Alter Lily responde que ela não precisa de um plano, em vez disso, ela apenas convencerá o Papai Noel de que ela é o melhor Papai Noel. Ela então vai para o quarto do Papai Noel para fazer o que ela se propôs a fazer, mas ela é imediatamente e violentamente expulsa. Ao ouvir a comoção, Jeanne d'Arc vê Alter Lily e exige uma explicação de Gilles. Depois de obter uma explicação, Jeanne leva Alter Lily para o quarto de Ritsuka.
No quarto de Ritsuka, Jeanne explica a situação para Ritsuka, e Alter Lily se apresenta como Jeanne d'Arc Alter Santa Lily, Servo da classe Lancer. Ela então tenta e falha várias vezes em dizer seu nome mais rápido a pedido de Ritsuka, mas para quando Jeanne aponta que Ritsuka estava brincando com ela. Depois que Child-Gil se desculpa por dar a ela a poção errada, Alter Lily o critica por seu descuido. Ela também chama seu eu adulto de imprestável, culpando Jeanne por sua má atitude, estragando-a. Santa Alter então entra na sala, pedindo para falar com Ritsuka e Jeanne, e diz a Mash para brincar com Alter Lily. Alter Lily tenta exigir o saque de Papai Noel para ela, mas a ameaça de Papai Noel a faz parar. Enquanto Papai Noel fala com Ritsuka e Jeanne, Mash pergunta a Alter Lily por que ela quer ser Papai Noel. Ela responde que é porque seria o melhor Papai Noel de todos os tempos, acreditando que pode entregar os presentes adequados e ideais para todos. Ela critica o Papai Noel por dar presentes inúteis quando Mash se lembra da expressão vazia de EMIYA ao receber as chaves pretas no último Natal. Sabendo do Natal passado graças às memórias de sua personalidade adulta, Alter Lily afirma que pode dar presentes melhores que todos vão adorar. Quando Santa Alter volta de uma conversa com Ritsuka e Jeanne, Alter Lily fica com medo dela e se esconde atrás de Ritsuka. Santa Alter se prepara para dar o saco de Alter Lily, tendo decidido que ela pode ser o Papai Noel este ano. Mas antes disso, ela testa o valor de Alter Lily em ser o Papai Noel no simulador de combate. Passando no teste de Papai Noel, Alter Lily recebe sua sacola e, em seguida, sai com Ritsuka para entregar os presentes.
Voando pelo céu em Llamrei II, Alter Lily critica "The Gift of the Magi", dizendo que sua lição de moral cai por terra, já que os presentes dos casais se tornam inúteis no final. Mais tarde, ela lê que o primeiro pedido é de Jing Ke, que no ano passado pediu uma adaga afiada, mas em vez disso conseguiu um "elegante cavalheiro mais velho". Acreditando que ela tem o melhor presente para ela, Alter Lily e Ritsuka voam até o esconderijo da caverna de Jing Ke. Entrando na caverna, Alter Lily decepcionantemente testemunha Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari enquanto eles provocam Tarasque. Ela se anuncia quando Santa Marta percebe ela e Ritsuka, e começa a repreender todos eles por terem se embriagado. Ela fica com medo e se esconde quando Jing Ke a toca em seu estado de embriaguez. Ela fica ainda mais assustada quando Ushiwakamaru ameaça queimar tudo para fazê-la sair do esconderijo. Ela é então desafiada por Martha a lutar com ela e as outras meninas, o que ela aceita de bom grado. Depois de derrotá-los, Alter Lily dá às meninas seus presentes, que são todos desintoxicantes. Ela os repreende novamente por ficarem bêbados, dizendo que não é algo que Servo deveria fazer. Assim, ela lhes diz que o remédio é para que cumpram seus deveres como Servos, mas avisa que isso também significa que eles sofrerão danos se beberem álcool. Martha pergunta se ela fez o remédio, ao que Alter Lily responde que ela fez um Conjurador que usava roupas brancas, apesar de não conhecê-lo. Enquanto Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari partem para matar o Conjurador, Alter Lily sai com Ritsuka e segue para a próxima parada. Ela rapidamente agarrou Martha, que começou a perguntar o que ela pensava quando escolheu aqueles presentes. Alter Lily responde que ela queria dar presentes a Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari que seriam úteis para eles. Martha discorda desse sentimento, porém, acreditando que os presentes de Natal têm mais a ver com alegria do que com práticas. Alter Lily discorda fortemente de Martha, porém, acreditando que um presente prático é melhor do que aquele que traz alegria. Ela então sai com Ritsuka depois que Martha agradece pelo presente e lhe deseja boa sorte.
Em seguida, Alter Lily e Ritsuka voam para o Japão para entregar presentes aos servos de lá. Ao pousar, ela cumprimenta Fuuma Kotarou e se apresenta como Papai Noel. Em resposta à confusão de Kotarou sobre o Papai Noel ser uma criança, ela proclama mais uma vez que é o Papai Noel e não uma criança, fazendo beicinho sobre todos sempre tratarem como uma criança. Ela rejeita a oferta de doces de Tawara Touta, afirmando que tudo sabe que você não deve aceitar coisas de estranhos. Depois de rejeitar a oferta de doces de Ritsuka, ela dá a Kotarou seu presente, um dicionário Japonês-Inglês. Ela diz a ele que o nome de Noble Phantasm tem muitos problemas gramaticais e coisas, então o dicionário é para traduzi-lo para o inglês adequado para um nome de Noble Phantasm adequado. Touta chama seu presente de terrível, mas Alter Lily o defende, alegando que é para o próprio bem de Kotarou. Quando Touta diz que um presente de Natal deve trazer alegria, Alter Lily afirma que um presente não é bom se não for útil. Ela continua que, se esse não for o caso, então dar presentes é apenas trazer alegria ao doador. Ela afirma que presentes que trazem alegria não fazem o mundo melhor, acreditando que o Papai Noel precisa dar presentes úteis às pessoas para que possam melhorar. Ela então entra em uma discussão infantil com Kotarou sobre o que ela acabou de dizer, o que aumenta até ela ser desafiada a lutar com ele e Touta. Depois de ser derrotado, Kotarou aceita o presente de Alter Lily, mas diz a ela que não mudará o nome de seu Noble Phantasm, em vez de usá-lo para aprender algumas palavras da língua de seus antepassados. Alter Lily fica desapontada consigo mesma quando descobre que o Nobre Fantasma de Kotarou tem valor sentimental para ele. Ela é agradecida pelo dicionário e depois sai com Ritsuka. Mais tarde, no céu, ela pondera se seu presente para Kotarou foi útil e percebe que ser Papai Noel é mais difícil do que ela pensava. De repente, um "misterioso" Servo se apresentando como Santa Island Mask embarca no Llamrei II. Ele diz a Alter Lily para perseverar em seu papel de Papai Noel, dizendo que é função do Papai Noel sempre se levantar e dar sempre sorrisos. Alter Lily decide aceitar o Papai Noel como seu mentor para guiá-la a ser um Papai Noel melhor.
Alter Lily e Ritsuka chegam em um labirinto, mas estão perdidos graças à falta de direção dela. Ela provavelmente encontra pessoas por perto, presumindo que foram elas que pediram presentes ao Papai Noel. Ela se apresenta e se prepara para dar o presente a eles, mas as chamadas pessoas acabam sendo monstros. Depois de matar os monstros, Alter Lily ouve vozes de crianças chamando pelo Papai Noel. Gritando em resposta, ela é encontrada por Nursery Rhyme e Jack, o Estripador. Garantindo que ela está bem, Alter Lily pergunta se foram eles que pediram presentes ao Papai Noel. Eles confirmam, mas estão confusos, pois ela não é o Papai Noel. Jack e Nursery Rhyme contam a Alter Lily sobre como Papai Noel lhes deu muitos presentes no último Natal. Alter Lily é então forçado a lutar contra eles, já que Papai Noel ensinou Jack e Nursery Rhyme que eles precisam lutar para ganhar seus presentes. Ela os derrota, e eles explicam que não ganham presentes desde que perdidos, embora ela tenha presentes para eles. De repente, uma chave preta rosa cai no chão marcando a chegada de Santa Mask. Santa Mask convence Alter Lily a fingir que perdeu para Jack e Nursery Rhyme. Ela passa a fingir que foi derrotada por Jack e Nursery Rhyme, explicando que a vitória tardia é porque eles usaram Damage ao longo do tempo. Fingindo estar muito fraca para se mover, ela decide dar seus presentes. Santa Mask agradece a Alter Lily por um trabalho bem feito, embora ela se sinta culpada por mentir. Depois que o Papai Noel vai embora, Jack e Nursery Rhyme convidam Alter Lily para o chá. Ela agradece pelo convite e avisa que lá entregará seus presentes. Chegando na festa do chá, ela deduz que nem EMIYA nem Asterios pediram presentes. Ela pergunta a Asterios se ele quer alguma coisa para o Natal, mas ele responde que não. Acreditando que duvida que ela seja o Papai Noel desde criança, Alter Lily diz a ele que ela é de fato o Papai Noel e exige saber o que ele quer. Asterios responde que quer que dias divertidos como o de hoje durem o máximo possível, um desejo que Alter Lily percebe que ela não pode conceder. Rejeitando a oferta de comida de Asterios e a tentativa de EMIYA de falar sobre ela, ela dá presentes a Jack e Nursery Rhyme. O presente é um eremitério, pois Alter Lily acredita que Jack e Nursery Rhyme precisam de um lugar tranquilo para estudar em vez de brincar. Ela tenta explicar por que isso seria bom para eles, mas então decide que não seria e foge. Enquanto ela corre, Alter Lily percebe que é praticamente tudo o que ela tem, e que ela tem desejo nem esperança, já que a existência dela é impossível. No entanto, apesar disso, ela pensou que poderia conceder os desejos dos outros em vez dos seus próprios, e é por isso que ela queria ser o Papai Noel. No entanto, ela acredita que falhou em ser o Papai Noel, pois não sabe o que faz as pessoas felizes. Sozinho no meio de um campo de neve, Alter Lily é finalmente encontrado por Ritsuka, Jack e Nursery Rhyme. Ela se sente abatida quando eles devolvem o presente para ela, mas eles dizem que querem ver o mar. Santa Mask então aparece e a incentiva a atender o pedido de Jack e Nursery Rhyme, já que ela pegou o presente de volta. Alter Lily diz a Jack e Nursery Rhyme para embarcarem no Llamrei II para que ela possa levá-los ao mar. Antes de sair, ela agradece ao Papai Noel e garante que fará o possível.
Enquanto o grupo voa para seu destino, eles são repentinamente puxados para baixo por um Servo. Após um pouso forçado, eles são confrontados por Leonidas, que proclama que não pode deixar Alter Lily conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme de ver o mar. Questionado sobre o motivo por Alter Lily, ele explica que é por ordem de um gênio que ele não pode deixá-los passar. Alter Lily então luta com ele, alegando que é função do Papai Noel conceder desejos. Após a derrota, Leônidas diz a Alter Lily que há um grupo de Servos esperando à frente, e avisa que sua jornada até o mar não será fácil. Ela pergunta por que ele está tentando impedir o Papai Noel de realizar um desejo, mas ele apenas responde que ela terá que pedir detalhes ao próximo Servo. Depois que Leonidas desaparece de volta para Caldéia, Alter Lily confirma a condição de todos quando o Papai Noel aparece novamente. Ele pergunta a ela se ela ainda está disposta a continuar sua jornada, apesar de saber que ela não receberá nenhuma recompensa por realizar um desejo. Hesitante a princípio, ela responde que quer conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme, em vez de forçar um presente que eles não querem. O Papai Noel diz a ela para proceder com cautela, e cabe ao Papai Noel conceder ou não um desejo. Depois que ele sai dizendo que Papai Noel pode não ser um santo, Alter Lily pensa em como ela queria refutar isso. Ela queria dizer que o Papai Noel é um nobre santo que realiza o desejo de todos, por isso ela escolheu se tornar o Papai Noel. No entanto, ela não pode deixar de sentir que o que o Papai Noel disse pode ser verdade. Ela treme de medo do que acontecerá depois do Natal e se pergunta se ainda terá permissão para existir. O grupo percebe que não pode mover o trenó, então eles decidem seguir em frente sem ele.
Montando acampamento em uma floresta, o grupo come o banquete que a EMIYA preparou anteriormente. Mais tarde naquela noite, Alter Lily fala com Ritsuka sozinho enquanto Jack e Nursery Rhyme estão dormindo. Ela pergunta por que eles estão dormindo, já que são servos, e acreditando que estão desperdiçando energia mágica desnecessária, ela pergunta a Ritsuka se eles estão incomodando. Ritsuka responde que eles não se importam, mas Alter Lily responde que ela sente que é mais apropriado para um Servo permanecer na forma espiritual durante os tempos de descanso. Seguindo essa crença, ela se prepara para entrar na forma espiritual, mas antes disso, ela pergunta a Ritsuka se eles já viram o mar. Depois de darem suas respostas, Alter Lily se pergunta se é bom para Jack e Nursery Rhyme ficarem ansiosos para ver o mar. Ela continua que não tem nenhuma memória do mar, já que seu eu adulto nunca o viu. Ela então pergunta qual é o sentido de ir ao mar durante o inverno, já que eles só podem vê-lo, em vez de no verão, quando podem nadar nele. Ritsuka diz a ela que provavelmente ela vai gostar.
Na manhã seguinte, o grupo se prepara para continuar para o oeste em direção ao mar quando Mash detecta dois Servos. Hassan, do Braço Amaldiçoado, aparece declarando que não pode deixar o grupo ir para o mar. Em resposta a Alter Lily perguntando o motivo, ele responde que é porque o verdadeiro Papai Noel está aqui. Alter Lily suspeita de suas respostas, já que pareceu que ele pensou nisso quando Ritsuka disse que havia outros papais noéis. Evitando a acusação, Cursed Arm apresenta o verdadeiro Papai Noel, Santam, que pergunta o que é Papai Noel. Alter Lily responde que Papai Noel é o concedente de desejos, alguém que traz alegria trazendo presentes. Santam responde: Papai Noel é um vigia sem rosto que trabalha nas sombras e depois se revela. Alter Lily, Jack e Nursery Rhyme imediatamente percebem que Santam é apenas EMIYA usando uma máscara; algo que o choca, já que eles não conseguiram descobrir a identidade do Papai Noel. Ignorando isso, EMIYA diz a Alter Lily que ele veio para corrigir sua visão equivocada do Papai Noel. Ele diz a ela que ela não é um verdadeiro Papai Noel se ela hesitar ou fugir dessa jornada. Ele a desafia a lutar com ele se ela realmente acredita ser o Papai Noel. Alter Lily está cheia de dúvidas sobre ser o Papai Noel, acreditando que talvez EMIYA seja um Papai Noel melhor do que ela. No entanto, apesar de suas dúvidas, ela decide lutar, declarando-se o Papai Noel, uma vez que lhe foi confiado o saco do Papai Noel. Depois que ele é derrotado, EMIYA diz a Alter Lily para seguir em frente, nunca esquecendo que ela é um verdadeiro Papai Noel. Depois que ele sai dizendo a ela para não esquecer seus deveres, Alter Lily parece deprimido, mas ela diz a Ritsuka que ela ficará bem.
Conforme o grupo se aproxima do mar, Alter Lily se pergunta se ela ainda poderá ser o Papai Noel ou se desaparecerá. Ela, Jack e Nursery Rhyme são carregados por Ritsuka enquanto fogem de uma horda de bonecas vivas. Ritsuka tropeça em uma pedra, então o grupo é forçado a lutar contra as bonecas. Depois que as bonecas são destruídas, Santa Mask aparece e trai Alter Lily, alegando que ele a levou para sua armadilha. Querendo pegar o saco do Papai Noel como seu, ele explica que a primeira regra do Papai Noel é que o Papai Noel deve ser indiferente, mas justo. Eles realizam desejos e dão presentes de maneira justa, sem preconceitos e sem interesses próprios. Ele diz que Alter Lily está perdida, perplexa e angustiada, mas ela continua. Alter Lily questiona se é ruim estar perdido e perplexo, ao que Santa Mask disse que é. Alter Lily então pergunta se o interesse próprio é desnecessário, mesmo o desejo de conceder desejos; Santa Mask diz que não é necessário para o Papai Noel. Jack pergunta a Alter Lily se ela vai com ela e Nursery Rhyme para o mar, pois os dois querem que ela vá. Chamando seu desejo de absurdo, Santa Mask exige o saco novamente, mas Alter Lily se recusa a dá-lo a ele. Ela declara que não vai entregar o saco para alguém que insulta crianças e decide que deve derrotar o Papai Noel. Depois de derrotá-lo, Alter Lily diz a Santa Mask para se afastar, o que ele faz porque a viu decidida como Papai Noel. Enquanto ela continua em direção ao mar, Alter Lily começa a tremer com a sensação que ela continua tendo. Jack e Nursery Rhyme seguram suas mãos, e os três continuam à frente de Ritsuka. Ao anoitecer, as meninas alcançam a costa e, ao ver o mar, Alter Lily pensa que provavelmente falhou como Papai Noel. Ela começa a chorar alto, agora percebendo que era ela quem queria ver o mar. Ela pede desculpas a Jack e Nursery Rhyme por terem vindo ao mar para realizar seus desejos, mas para conceder os dela. Eles dizem a ela que está tudo bem, acreditando que ela fez o melhor que qualquer Papai Noel poderia. Ela então ouve as ondas com eles. Depois, ela corre para Ritsuka, que a observava de longe, e diz a eles que é o Papai Noel, embora seja jovem, imatura, egoísta e indefesa. No entanto, apesar de suas falhas, ela quer ajudá-la a Ritsuka. Ela pergunta a eles se pode ficar com eles mesmo depois do Natal e depois. Ritsuka a aceita, então Alter Lily agradece e os abraça.
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2019.07.18 19:18 altovaliriano O Clube das Senhoras Mortas

Link: https://bit.ly/2JFSJ6B
Autor: Lauren (autodescrita como "dona de pre-gameofthrones e asoiafuniversity")

“Senhoras morrem ao dar à luz. Ninguém canta canções sobre elas.”
O Clube das Senhoras Mortas é um termo que eu inventei por volta de 2012 para descrever o Panteão de personagens femininas subdesenvolvidas em ASOIAF a partir da geração anterior ao início da história.
É um termo que carrega críticas inerentes a ASOIAF, que esta postagem irá abordar, em um ensaio dividido em nove partes. A primeira, segunda e a terceira parte deste ensaio definem o termo em detalhes. As seções subsequentes examinam como essas mulheres foram descritas e por que este aspecto de ASOIAF merece críticas, explorando a permeabilidade da trope das mães mortas na ficção, o uso excessivo de violência sexual ao descrever estas mulheres e as diferenças da representação do sacrifício masculino versus o sacrifício feminino na narrativa de GRRM.
Para concluir, eu afirmo que a maneira como estas mulheres foram descritas mina a tese de GRRM, e ASOIAF – uma série que eu considero como sendo uma das maiores obras de fantasia moderna – fica mais pobre por causa disso.
*~*~*~*~
PARTE I: O QUE É O CLUBE DAS SENHORAS MORTAS [the Dead Ladies Club]?
Abaixo está uma lista das mulheres que eu pessoalmente incluo no Clube das Senhoras Mortas [ou simplesmente CSM]. Esta lista é flexível, mas é geralmente sobre quem as pessoas estão falando quando falam sobre o CSM [DLC, no original]:
  1. Lyanna Stark
  2. Elia Martell
  3. Ashara Dayne
  4. Rhaella Targaryen
  5. Joanna Lannister
  6. Cassana Estermont
  7. Tysha
  8. Lyarra Stark
  9. A Princesa Sem Nome de Dorne (mãe de Doran, Elia, e Oberyn)
  10. Mãe sem Nome de Brienne
  11. Minisa Whent-Tully
  12. Bethany Ryswell-Bolton
  13. EDIT – A Esposa do Moleiro - GRRM nunca deu nome a ela, porém ela foi estuprada por Roose Bolton e deu à luz a Ramsay
  14. Eu posso estar esquecendo alguém.
A maioria do CSM é composta de mães, mortas antes de a série começar. Deliberadamente, eu uso a palavra "panteão" quando estou descrevendo o CSM, porque, como os deuses da mitologia antiga, estas mulheres normalmente exercem grande influência ao longo da vida de nossos atuais POVs e sua deificação é em grande parte o problema. As mulheres do CSM tendem a ser fortemente romantizadas ou fortemente vilanizadas pelo texto; ou em um pedestal ou de joelhos, para parafrasear Margaret Attwood. As mulheres do CSM são descritas por GRRM como pouco mais do que fantasias masculinas e tropes batidos, definidas quase que exclusivamente por sua beleza e magnetismo (ou falta disso). Elas não têm qualquer voz própria. Muitas vezes elas sequer têm nome. Elas são frequentemente vítimas de violência sexual. Elas são apresentadas com pouca ou nenhuma escolha em suas histórias, algo que eu considero como sendo um lapso particularmente notório quando GRRM diz que são nossas escolhas que nos definem.
O espaço da narrativa que é dado a sua humanidade e sua interioridade (sua vida interior, seus pensamentos e sentimentos, à sua existência como indivíduos) é mínimo ou inexistente, que é uma grande vergonha em uma série que foi feita para celebrar a nossa humanidade comum. Como posso ter fé na tese de ASOIAF, que as vidas das pessoas "tem significado, não sua morte", quando GRRM criou um círculo de mulheres cujo principal, se não único propósito, era morrer?
Eu restringi o Clube das Senhoras Mortas às mulheres de até duas gerações atrás porque a Senhora em questão deve ter alguma conexão imediata com um personagem POV ou um personagem de segundo escalão. Essas mulheres tendem a ser de importância imediata para um personagem POV (mães, avós, etc.), ou no máximo elas estão a um personagem de distância de um personagem POV na história principal (AGOT - ADWD +).
Exemplo #1: Dany (POV) – > Rhaella Targaryen
Exemplo #2: Davos (POV) – > Stannis – > Cassana Estermont
*~*~*~*~
PARTE II: "E AGORA, DIGA O NOME DELA."
Lyanna Stark, "linda e voluntariosa, e morta antes do tempo". Sabemos pouco sobre Lyanna além de quantos homens a desejaram. Uma figura tipo Helena de Troia, um continente inteiro de homens lutou e morreu porque "Rhaegar amou sua Senhora Lyanna". Ele a amava o suficiente para trancá-la em uma torre, onde ela deu à luz e morreu. Mas quem era ela? Como ela se sentiu sobre qualquer um desses eventos? O que ela queria? Quais eram suas esperanças, seus sonhos? Sobre isto, GRRM permanece em silêncio.
Elia Martell, "gentil e inteligente, com um coração manso e uma sagacidade doce." Apresentada na narrativa como uma mãe e uma irmã morta, uma esposa deficiente que não poderia dar à luz a mais filhos, ela é definida unicamente por suas relações com vários homens, com nenhuma história própria além de seu estupro e assassinato.
Ashara Dayne, a donzela na torre, a mãe de uma filha natimorta, a bela suicida, não temos quaisquer detalhes de sua personalidade, somente que ela foi desejada por Barristan o Ousado e Brandon ou Ned Stark (ou talvez ambos).
Rhaella Targaryen, Rainha dos Sete Reinos por mais de 20 anos. Sabemos que Aerys abusou e estuprou para conceber Daenerys. Sabemos que ela sofreu muitos abortos. Mas o que sabemos sobre ela? O que ela achou do desejo de Aerys de fazer florescer os desertos dorneses? O que ela passou fazendo durante 20 anos quando não estava sendo abusada? Como ela se sentiu quando Aerys mudou a corte de Rochedo Casterly por quase um ano? Não temos respostas para qualquer uma dessas perguntas. Yandel escreveu todo um livro de história de ASOIAF fornecendo muitas informações sobre as personalidades e peculiaridades e medos e desejos de homens como Aerys e Tywin e Rhaegar, então eu conheço quem são esses homens de uma forma que não conheço as mulheres no cânone. Não acho que seja razoável que GRRM deixe a humanidade de Rhaella praticamente em branco quando ele teve todo O Mundo de Gelo e Fogo para detalhar sobre personagens anteriores a saga, e ele poderia facilmente ter escrito uma pequena nota lateral sobre a Rainha Rhaella. Temos uma porção de diários e cartas e coisas sobre os pensamentos e sentimentos de rainhas medievais do mundo real, então por que Yandel (e GRRM) não nos informaram um pouco mais sobre a última rainha Targaryen nos Sete Reinos? Por que nós não temos uma ilustração de Rhaella em TWOIAF?
Joanna Lannister, desejada por ambos um Rei e um Mão do Rei e feita sofrer por isso, ela morreu dando à luz Tyrion. Sabemos do "amor que havia entre" Tywin e Joanna, mas detalhes sobre ela são raros e distantes. Em relação a muitas destas mulheres, as escassas linhas no texto sobre elas deixam frequentemente o leitor a perguntar, "bem, o que exatamente isso que dizer?". O que exatamente significa que Lyanna fosse voluntariosa? O que exatamente significa que Rhaella fosse consciente de seu dever? Joanna não é exceção, com a provocativa (ainda que frustrantemente vaga) observação de GRRM de que Joanna "governava" Tywin em casa. Joanna é meramente um esboço grosseiro no texto, como um reflexo obscuro.
Cassana Estermont. Honestamente eu tentei recordar uma citação sobre Cassana e percebi que não houve qualquer uma. Ela é um amor afogado, a esposa morta, a mãe morta, e não sabemos de mais nada.
Tysha, uma adolescente que foi salva de estupradores, apenas para sofrer estupro coletivo por ordem de Tywin Lannister. O paradeiro dela tornou-se algo como um talismã para Tyrion em ADWD, como se encontrá-la fosse libertá-lo da longa e negra sombra de seu pai morto, mas fora a violência sexual que ela sofreu, não sabemos mais nada sobre essa garota humilde exceto que ela amava um menino considerado pela sociedade westerosi como indigno de ser amado.
Quanto a Lyarra, Minisa, Bethany e as demais, sabemos pouco mais que seus nomes, suas gravidezes e suas mortes, e de algumas não temos sequer nomes.
Eu por vezes incluo Lynesse Hightower e Alannys Greyjoy como membras honorárias, apesar de que, obviamente, elas não estejam mortas.
Eu disse acima que as mulheres do CSM ou são postas em um pedestal ou colocadas de joelhos. Lynesse Hightower se encaixa em ambos os casos: foi-nos apresentada por Jorah como uma história de amor saída direto das canções, e vilanizada como a mulher que deixou Jorah para ser uma concubina em Lys. Nas palavras de Jorah, ele odeia Lynesse, quase tanto quanto a ama. A história de Lynesse é definida por uma porção de tropes batidas; ela é a “Stunningly Beautiful” “Uptown Girl” / “Rich Bitch” “Distracted by the Luxury” até ela perceber que Jorah é “Unable to support a wife”. (Todos estes são explicados no tv tropes se você quiser ler mais.) Lynesse é basicamente uma encarnação da trope gold digger sem qualquer profundidade, sem qualquer subversão, sem aprofundar muito em Lynesse como pessoa. Mesmo que ela ainda esteja viva, mesmo que muitas pessoas ainda vivas conheçam-na e sejam capazes de nos dizer sobre ela como pessoa, elas não o fazem.
Alannys Greyjoy eu inclui pessoalmente no Clube das Senhoras Mortas porque sua personagem se resume a uma “Mother’s Madness” com pouco mais sobre ela, mesmo que, novamente, não esteja morta.
Quando eu incluo Lynesse e Alannys, cada região nos Sete Reinos de GRRM fica com pelo menos uma do CSM. Foi uma coisa que se sobressaiu para mim quando eu estava lendo pela primeira vez – quão distribuídas estão as mães mortas e mulheres descartadas de GRRM, não é só em uma Casa, está em todos os lugares da obra de GRRM.
E quando digo "em toda a obra do GRRM," eu quero dizer em todos os lugares. Mães mortas em segundo plano (normalmente no parto) antes de a história começar é um trope que GRRM usa ao longo de sua carreira, em Sonho Febril, Dreamsongs e Armageddon Rag e em seus roteiros para TV. Demonstra falta de imaginação e preguiça, para dizer o mínimo.
*~*~*~*~
PARTE III: QUEM NÃO SÃO ELAS?
Mulheres históricas e mortas há muito tempo, como Visenya Targaryen, não estão incluídas no Clube das Senhoras Mortas. Por que, você pergunta?
Se você for até o americano comum na rua, provavelmente será capaz de lhe dizer algo sobre a mãe, a avó, a tia ou alguma outra mulher em suas vidas que seja importante para eles, e você pode ter uma ideia sobre quem eram essas mulheres como pessoas. Mas o americano médio provavelmente não poderá contar muito sobre Martha Washington, que viveu séculos atrás. (Se você não é americano, substitua “Martha Washington” pelo nome da mãe de uma figura política importante que viveu há 300 anos. Sou americana, então este é o exemplo que estou usando. Além disso, eu já posso ouvir os nerds da história protestando - sente-se, você está nitidamente acima da média.).
Da mesma forma, o westerosi médio deve (misoginia à parte) geralmente ser capaz de lhe dizer algo sobre as mulheres importantes em suas vidas. Na história da vida de nosso mundo, reis, senhores e outros nobres compartilharam ou preservaram informações sobre suas esposas, mães, irmãs e outras mulheres, apesar de terem vivido em sociedades medievais extremamente misóginas.
Então, não estou falando “Ah, meus deus, uma mulher morreu, fiquem revoltados”. Não é isso.
Eu geralmente limito o CSM às mulheres que morreram recentemente na história westerosi e que tiveram suas humanidades negadas de uma maneira que seus contemporâneos do sexo masculino não tiveram.
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PARTE IV: POR QUE ISSO IMPORTA?
O Clube da Senhoras Mortas é formado por mulheres de até duas gerações passadas, sobre as quais devemos saber mais, mas não sabemos. Nós sabemos pouco mais além de que elas tiveram filhos e morreram. Eu não conheço essas mulheres, exceto através do fandom transformativo. Eu conheci muito sobre os personagens masculinos pré-série no texto, mas cânone não me dá quase nada sobre essas mulheres.
Para copiar de outra postagem minha sobre essa questão, é como se as Senhoras Mortas existissem na narrativa do GRRM apenas para serem abusadas, estupradas, parir e morrer para mais tarde terem seus semblantes imutáveis moldados em pedra e serem colocadas em pedestais para serem idealizadas. As mulheres do Clube das Senhoras Mortas não têm a mesma caracterização e evolução dos personagens masculinos pré-série.
Pense em Jaime, que, embora não seja um personagem pré-série, é um ótimo exemplo de como o GRRM pode usar a caracterização para brincar com seus leitores. Começamos vendo Jaime como um babaca que empurra crianças de janelas (e não me entenda mal, ele ainda é um babaca que empurra crianças para fora das janelas), mas ele também é muito mais do que isso. Nossa percepção como leitores muda e entendemos que Jaime é bastante complexo, multicamadas e cinza.
Quanto a personagens masculinos mortos pré-série, GRRM ainda consegue fazer coisas interessantes com suas histórias, e transmitir seus desejos, e brincar com as percepções dos leitores. Rhaegar é um excelente exemplo. Os leitores vão da versão de Robert da história, de que Rhaegar era um supervilão sádico, à ideia de que o que quer que tenha acontecido entre Rhaegar e Lyanna não foi tão simples como Robert acreditava, e alguns fãs progrediam ainda mais para essa ideia de que Rhaegar era fortemente motivado por profecias.
Mas nós não temos esse tipo de desenvolvimento de personagens com as Senhoras Mortas. Por exemplo, Elia existe na narrativa para ser estuprada e morrer, e para motivar os desejos de Doran por justiça e vingança, um símbolo da causa dornesa, um lembrete da narrativa de que são os inocentes que mais sofrem no jogo dos tronos. . Mas nós não sabemos quem ela era como pessoa. Nós não sabemos o que ela queria na vida, como ela se sentia, com o que ela sonhava.
Nós não temos caracterização do CSM, nós não temos mudanças na percepção, mal conseguimos qualquer coisa quando se trata dessas mulheres. GRRM não escreve personagens femininas pré-série da mesma maneira que ele escreve personagens masculinos pré-série. Essas mulheres não recebem espaço na narrativa da mesma forma que seus contemporâneos masculinos.
Pensa na Princesa Sem Nome de Dorne, mãe de Doran, Elia e Oberyn. Ela era a única governante feminina de um reino enquanto a geração Rebelião de Robert estava surgindo, e ela também é a única líder de uma grande Casa durante esse período cujo nome não temos.
O Norte? Governado por Rickard Stark. As Terras Fluviais? Governadas por Hoster Tully. As Ilhas de Ferro? Governadas por Quellon Greyjoy. O Vale? Governado por Jon Arryn. As Terras Ocidentais? Governadas por Tywin Lannister. As Terras da Tempestade? Steffon, e depois Robert Baratheon. A Campina? Mace Tyrell. Mas e Dorne? Apenas uma mulher sem nome, ops, quem diabos liga, quem liga, por se importar com um nome, quem precisa de um, não é como se nomes importassem em ASOIAF, né? *sarcasmo*
Não nos deram o nome dela nem em O Mundo de Gelo e Fogo, ainda que a Princesa Sem Nome tenha sido mencionada lá. E essa falta de um nome é muito limitante - é tão difícil discutir a política de um governante e avaliar suas decisões quando o governante nem sequer tem um nome.
Para falar mais sobre o anonimato das mulheres... Tysha não conseguiu um nome até o A Fúria dos Reis. Apesar de terem sido mencionadas nos apêndices do livro 1, nem Joanna nem Rhaella foram nomeadas dentro da história até o A Tormenta de Espadas. A mãe de Ned Stark não tinha um nome até surgir a árvore genealógica no apêndice da TWOIAF. E quando a Princesa Sem Nome de Dorne conseguirá um nome? Quando?
Quando penso nisso, não posso deixar de pensar nesta citação: "Ela odiava o anonimato das mulheres nas histórias, como se elas vivessem e morressem só para que os homens pudessem ter sacadas metafísicas." Muitas vezes essas mulheres existem para promover os personagens masculinos, de uma forma que não se aplica a homens como Rhaegar ou Aerys.
Eu não acho que GRRM esteja deixando de fora ou atrasando esses nomes de propósito. Eu não acho que GRRM está fazendo nada disso deliberadamente. O Clube das Mulheres Mortas, em minha opinião, é o resultado da indiferença, não de maldade.
Mas esses tipos de descuidos, como a princesa de Dorne, que não têm nome, são, em minha opinião, indicativos de uma tendência muito maior - GRRM recusa dar espaço a essas mulheres mortas na narrativa, ao mesmo tempo em que proporciona espaço significativo aos personagens masculinos mortos ou anteriores à série. Esta questão, em minha opinião, é importante para a teoria espacial feminista - ou as maneiras pelas quais as mulheres habitam ou ocupam o espaço (ou são impedidas de fazê-lo). Algumas acadêmicas feministas argumentam que mesmo os “lugares” ou “espaços” conceituais (como uma narrativa ou uma história) influenciam o poder político, a cultura e a experiência social das pessoas. Essa discussão provavelmente está além do escopo desta postagem, mas basicamente argumenta-se que as mulheres e meninas são socializadas para ocupar menos espaço do que os homens em seus arredores. Assim, quando o GRRM recusa o espaço narrativo para as mulheres pré-série de uma forma que ele não faz para os homens pré-série, sinto que ele está jogando a favor de tropes misóginas ao invés de subvertê-las.
*~*~*~*~
PARTE V: A MORTE DA MÃE
Dado que muitas dos CSM (embora não todas) eram mães, e que muitas morreram no parto, eu quero examinar este fenômeno com mais detalhes, e discutir o que significa para o Clube das Senhoras Mortas.
A cultura popular tende a priorizar a paternidade, marginalizando a maternidade. (Veja a longa história de mães mortas ou ausentes da Disney, storytelling que é meramente uma continuação de uma tradição de conto de fadas muito mais antiga da “aniquilação simbólica” da figura materna.) As plateias são socializadas para ver as mães como “dispensáveis”, enquanto pais são “insubstituíveis”:
Isto é alcançado não apenas removendo a mãe da narrativa e minando sua atividade materna, mas também mostrando obsessivamente sua morte, repetidas vezes. […] A morte da mãe é invocada repetidamente como uma necessidade romântica [...] assim parece ser um reflexo na cultura visual popular matar a mãe. [x]
Para mim, a existência do Clube das Senhoras Mortas está perpetuando a tendência de desvalorizar a maternidade, e ao contrário de tantas outras coisas sobre o ASOIAF, não é original, não é subversivo e não é boa escrita.
Pense em Lyarra Stark. Nas próprias palavras de GRRM, quando perguntado sobre quem era a mãe de Ned Stark e como ela morreu, ele nos diz laconicamente: “Senhora Stark. Ela morreu”. Não sabemos nada sobre Lyarra Stark, além de que ela se casou com seu primo Rickard, deu à luz quatro filhos e morreu durante ou após o nascimento de Benjen. É outro exemplo de indiferença casual e desconsideração do GRRM para com essas mulheres, e isso é muito decepcionante vindo de um autor que é, em diversos aspectos, tão incrível. Se GRRM pode imaginar um mundo tão rico e variado como Westeros, por que é tão comum que quando se trata de parentes femininos de seus personagens, tudo o que GRRM pode imaginar é que eles sofrem e morrem?
Agora, você pode estar dizendo, “morrer no parto é apenas algo que acontece com as mulheres, então qual é o grande problema?”. Claro, as mulheres morriam no parto na Idade Média em percentuais alarmantes. Suponhamos que a medicina westerosi se aproxime da medicina medieval - mesmo se fizermos essa suposição, a taxa em que essas mulheres estão morrendo no parto em Westeros é excessivamente alta em comparação com a verdadeira Idade Média, estatisticamente falando. Mas aqui vai a rasteira: a medicina de Westerosi não é medieval. A medicina de Westerosi é melhor do que a medicina medieval. Parafraseando meu amigo @alamutjones, Westeros tem uma medicina melhor do que a medieval, mas pior do que os resultados medievais quando se trata de mulheres. GRRM está colocando interferindo na balança aqui. E isso demonstra preguiça.
Morte no parto é, por definição, um óbito muito pertencente a um gênero. E é assim que GRRM define essas mulheres - elas deram à luz e elas morreram, e nada mais sobre elas é importante para ele. ("Senhora Stark. Ela morreu.") Claro, há algumas pequenas minúcias que podemos reunir sobre essas mulheres se apertarmos os olhos. Lyanna foi chamada de voluntariosa, e ela teve algum tipo de relacionamento com Rhaegar Targaryen que o júri ainda está na expectativa de conhecer, mas seu consentimento foi duvidoso na melhor das hipóteses. Joanna estava felizmente casada, e ela foi desejada por Aerys Targaryen, e ela pode ou não ter sido estuprada. Rhaella foi definitivamente estuprada para conceber Daenerys, que ela morreu dando à luz.
Por que essas mulheres têm um tratamento de gênero? Por que tantas mães morreram no parto em ASOIAF? Os pais não tendem a ter mortes motivadas por seu gênero em Westeros, então por que a causa da morte não é mais variada para as mulheres?
E por que tantas mulheres em ASOIAF são definidas por sua ausência, como buracos negros, como um espaço negativo na narrativa?
O mesmo não pode ser dito de tantos pais em ASOIAF. Considere Cersei, Jaime e Tyrion, mas cujo pai é uma figura divina em suas vidas, tanto antes como depois de sua morte. Mesmo morto, Tywin ainda governa a vida de seus filhos.
É a relação entre pai e filho (Randyll Tarly, Selwyn Tarth, Rickard Stark, Hoster Tully, etc.) que GRR dá tanto peso em relação ao relacionamento da mãe, com notáveis exceções encontradas em Catelyn Stark e Cersei Lannister. (Embora com Cersei, acho que poderia ser arguir que GRRM não está subvertendo nada - ele está jogando no lado negro da maternidade, e a ideia de que as mães prejudicam seus filhos com sua presença - que é basicamente o outro lado da trope da mãe morta - mas esta postagem já está com um tamanho absurdo e eu não vou entrar nisso aqui.)
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PARTE VI: O CSM E VIOLÊNCIA SEXUAL
Apesar de suas alegações de verossimilhança histórica, GRRM fez Westeros mais misógino do que a verdadeira Idade Média. Tendo em conta que detalhes sobre violência sexual são as principais informações que temos sobre o CSM, por que é necessária tanta violência sexual?
Eu discuto esta questão em profundidade na minha tag #rape culture in Westeros, mas acho que merece ser tocado aqui, pelo menos brevemente.
Garotas como Tysha são definidas pela violência sexual pela qual passaram. Sabemos sobre o estupro coletivo de Tysha no livro 1, mas sequer aprendemos seu nome até o livro 2. Muitas do CSM são vítimas de violência sexual, com pouca ou nenhuma atenção dada a como essa violência as afetou pessoalmente. Mais atenção é dada a como a violência sexual afetou os homens em suas vidas. Com cada novo assédio sexual que Joanna sofreu em razão de Aerys, sabemos que por meio de O Mundo de Gelo e Fogo que Tywin rachou um pouco mais, mas como Joanna se sentiu? Sabemos que Rhaella havia sido abusada a ponto de parecer que uma fera a atacara, e sabemos que Jaime se sentia extremamente conflituoso por causa de seus juramentos da Guarda Real, mas como Rhaella se sentia quando seu agressor era seu irmão-marido? Sabemos mais sobre o abuso que essas mulheres sofreram do que sobre as próprias mulheres. A narrativa objetifica, ao invés de humanizar, o CSM.
Por que os personagens messiânicos de GRRM têm que ser concebidos por meio de estupro? A figura materna sendo estuprada e sacrificada em prol do messias/herói é uma trope de fantasia velha e batida, e GRRM faz isso não uma vez, mas duas (ou possivelmente três) vezes. Sério, GRRM? Sério? GRRM não precisa depender de mães estupradas e mortas como parte de sua história trágica pré-fabricada. GRRM pode fazer melhor que isso, e ele deveria. (Mais debates na minha tag #gender in ASOIAF.)
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PARTE VII: SACRIFÍCIO MASCULINO, SACRIFÍCIO FEMININO E ESCOLHA
Agora, você pode estar se perguntando: "É normal que os personagens masculinos se sacrifiquem, então por que as mulheres não podem se sacrificar em prol do messias? O sacrifício feminino não é subversivo?”
Sacrifício masculino e sacrifício feminino muitas vezes não são os mesmos na cultura popular. Para resumir - os homens se sacrificam, enquanto as mulheres são sacrificadas.
As mulheres que morrem no parto para dar à luz o messias não são a mesma coisa que os personagens masculinos fazendo uma última grande investida com armas em punho para dar ao Herói Messiânico a chance de Fazer A Coisa. Os personagens masculinos que se vão com armas fumegantes em mãos escolhem esse destino; é o resultado final da sua caracterização fazer isso. Pense em Syrio Forel. Ele escolhe se sacrificar para salvar um dos nossos protagonistas.
Mas mulheres como Lyanna, Rhaella e Joanna não tiveram uma escolha, não tiveram nenhum grande momento de vitória existencial que fosse a ápice de seus personagens; eles apenas morreram. Elas sangraram, elas adoeceram, elas foram assassinados - elas-apenas-morreram. Não havia grande escolha para se sacrificar em favor de salvar o mundo, não havia opção de recusar o sacrifício, não havia escolha alguma.
E isso é fundamental. É isso que está no coração de todas as histórias do GRRM: escolha. Como eu disse aqui,
“Escolha […]. Esta é a diferença entre bem e mal, você sabe disso. Agora parece que sou eu que tenho que fazer uma escolha” (Sonho Febril). Nas palavras do próprio GRRM, “Isso é algo que se vê bem em meus livros: Eu acredito em grandes personagens. Todos nós somente capazes de fazer grandes coisas, e de fazer coisas ruins. Nós temos os anjos e os demônios dentro de nós, e nossas vidas são uma sucessão de escolhas.” São as escolhas que machucam, as escolhas em que o bom e o mal são sopesados – essas são as escolhas em que “o coração humano [está] em conflito consigo mesmo”, o que GRRM considera “a única coisa que vale a pena escrever sobre”.
Homens como Aerys, Rhaegar e Tywin fazem escolhas em ASOIAF; mulheres como Rhaella não têm nenhuma escolha na narrativa.
GRRM acha que não vale a pena escrever sobre as histórias do Clube das Senhoras Mortas? Não houve nenhum momento na mente do GRRM em que Rhaella, Elia ou Ashara se sentiram em conflito em seus corações, em nenhum momento eles sentiram suas lealdades divididas? Como Lynesse se sentiu escolhendo concubinato? E sobre Tysha, que amou um garoto Lannister, mas sofreu estupro coletivo nas mãos da Casa Lannister? Como ela se sentiu?
Seria muito diferente se soubéssemos sobre as escolhas que Lyanna, Rhaella e Elia fizeram. (O Fandom frequentemente especula sobre se, por exemplo, Lyanna escolheu ir com Rhaegar, mas o texto permanece em silêncio sobre este assunto mesmo em A Dança dos Dragões. GRRM permanece em silêncio sobre as escolhas dessas mulheres.)
Seria diferente se o GRRM explorasse seus corações em conflito, mas não ficamos sabendo de nada sobre isso. Seria subversivo se essas mulheres escolhessem ativamente se sacrificar, mas não o fizeram.
Dany provavelmente está sendo criada como uma mulher que ativamente escolhe se sacrificar para salvar o mundo, e acho isso subversivo, um esforço valoroso e louvável da parte da GRRM lidar com essa dicotomia entre o sacrifício masculino e o sacrifício feminino. Mas eu não acho que isso compensa todas essas mulheres mortas sacrificadas no parto sem escolha.
*~*~*~*~
PARTE VIII: CONCLUSÕES
Espero que este post sirva como uma definição funcional do Clube das Senhoras Mortas, um termo que, pelo menos para mim, carrega muitas críticas ao modo como a GRRM lida com essas personagens femininas. O termo engloba a falta de voz dessas mulheres, o abuso excessivo e fortemente ligado ao gênero que sofreram e sua falta de caracterização e arbítrio.
GRRM chama seus personagens de seus filhos. Eu me sinto como essas mulheres mortas - as mães, as esposas, as irmãs - eu sinto como se essas mulheres fossem crianças natimortas de GRRM, sem nada a não ser um nome em uma certidão de nascimento, e muito potencial perdido, e um buraco onde já houve um coração na história de outra pessoa. Desde os meus primeiros dias no tumblr, eu queria dar voz a essas mulheres sem voz. Muitas vezes elas foram esquecidas, e eu não queria que elas fossem.
Porque se elas fossem esquecidas - se tudo o que havia para elas era morrer - como eu poderia acreditar em ASOIAF?
Como posso acreditar que “a vida dos homens tem significado, não sua morte” se GRRM criou este grupo de mulheres meramente para ser sacrificado? Sacrificado por profecia, ou pela dor de outra pessoa, ou simplesmente pela tragédia em tudo isso?
Como posso acreditar em todas as coisas que a ASOIAF representa? Eu sei que GRRM faz um ótimo trabalho com Sansa, Arya e Dany e todos os outros POVs femininos, e eu o admiro por isso.
Mas quando a ASOIAF pergunta, “o que é a vida de um garoto bastardo perante um reino?” Qual é o valor de uma vida, quando comparada a tanta coisa? E Davos responde, suavemente, “Tudo”… Quando ASOIAF diz que… quando a ASOIAF diz que uma vida vale tudo, como as pessoas podem me dizer que essas mulheres não importam?
Como posso acreditar em ASOIAF como uma celebração à humanidade, quando a GRRM desumaniza e objetifica essas mulheres?
O tratamento dessas mulheres enfraquece a tese central da ASOIAF, e não precisava ser assim. GRRM é melhor do que isso. Ele pode fazer melhor.
Eu quero estar errada sobre tudo isso. Eu quero que GRRM nos conte em Os Ventos do Inverno tudo sobre as escolhas de Lyanna, e eu quero aprender o nome da Princesa Sem Nome, e eu quero saber que três mulheres não foram estupradas para cumprir uma profecia da GRRM. Eu quero que GRRM sopre vida dentro delas, porque eu o considero o melhor escritor de fantasia vivo.
Mas eu não sei se ele fará isso. O melhor que posso dizer é eu quero acreditar.
[...]
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